Santa Brígida
Aos dezoito anos, ela se casou com o nobre chamado Ulf Gudmarsson, um homem cristão e muito piedoso. O casal teve oito filhos, dentre os quais a filha venerada como santa Catarina da Suécia. Era com rigor que eles cuidavam da educação religiosa e acadêmica dos filhos, sempre no caminho para a santificação em Cristo. Durante um longo período, Brígida foi dama de companhia da rainha Bianca, de Namur, por isso freqüentava sempre as cortes luxuosas. Mas não se corrompeu neste ambiente de riquezas frívolas, ao contrário, manteve-se fiel aos ensinamentos cristãos, perseverando seu espírito na dignidade e na caridade da fé.
Após a morte de um dos seus filhos, o casal resolveu fazer uma peregrinação ao santuário de Santiago de Compostela, na Espanha. No retorno, Ulf caiu gravemente enfermo, e nessa ocasião Brígida, em sonho, teve uma revelação de são Dionísio, que lhe disse que o marido não morreria. De fato ele ficou curado, mas logo em seguida ingressou no mosteiro de Alvastra, onde vivia um dos seus filhos, e lá morreu, em 1344.
Viúva, Brígida decidiu retirar-se definitivamente para a vida monástica, para realizar um velho projeto, a fundação de um mosteiro duplo, de homens e mulheres, que deu origem à Ordem do Santo Salvador, sob as Regras de são Agostinho, passando, então, a viver nele. Quando obteve aprovação canônica, a fundadora transferiu-se para Roma.
Ali viveu por vinte e quatro anos, trabalhando pela reforma dos costumes e a volta do papa de Avignon. Com o apoio do rei da Suécia, construiu e instaurou setenta e oito mosteiros por toda a Europa. Ela morreu em 23 de julho de 1373, durante uma romaria à Terra Santa.
Desde então, a Ordem fundada por ela passou a ser dirigida por sua filha, Catarina da Suécia, alcançando notoriedade pelos anos futuros. Canonizada em 1391, apenas dezoito anos após sua morte, santa Brígida já tinha um culto muito vigoroso em todo o mundo cristão da Europa, sendo celebrada no dia de sua morte. O local onde residia em Roma foi transformado em um belíssima igreja dedicada a ela, na praça Farnese.
”Esta não foi a atitude do bom bispo Ambrósio. Seu coração foi preenchido com a vontade de Deus. Ele comeu e dormiu com temperança. Ele expulsou o desejo de pecado e gasta seu tempo útil e moralmente, ele bem poderia ser chamado de um fole de virtudes. Ele curou as feridas do pecado com palavras de verdade. Ele inflamou quem se tornara frio no amor de Deus através do exemplo de suas próprias boas obras. Ele arrefeceu aqueles que estavam se queimando com desejos pecaminosos pela pureza da sua vida. Desta forma, ele ajudou muitas pessoas a evitar entrar na morte do inferno, pois o amor divino viveu nele enquanto viveu.”
A Igreja Não é Conivente Com os Pecados de Alguns Bispos, Padres, Freiras e Leigos Como Dizem Seus Perseguidores.
Olho os pagãos e os judeus, mas não vejo ninguém pior que os padres: o seu pecado é como o que precipitou Lúcifer. E notemos aqui o que diz Inocêncio III: Muitas coisas que nos leigos são pecados veniais, nos eclesiásticos são mortais.
”Esta não foi a atitude do bom bispo Ambrósio. Seu coração foi preenchido com a vontade de Deus. Ele comeu e dormiu com temperança. Ele expulsou o desejo de pecado e gasta seu tempo útil e moralmente, ele bem poderia ser chamado de um fole de virtudes. Ele curou as feridas do pecado com palavras de verdade. Ele inflamou quem se tornara frio no amor de Deus através do exemplo de suas próprias boas obras. Ele arrefeceu aqueles que estavam se queimando com desejos pecaminosos pela pureza da sua vida. Desta forma, ele ajudou muitas pessoas a evitar entrar na morte do inferno, pois o amor divino viveu nele enquanto viveu.”
Olho os pagãos e os judeus, mas não vejo ninguém pior que os padres: o seu pecado é como o que precipitou Lúcifer. E notemos aqui o que diz Inocêncio III: Muitas coisas que nos leigos são pecados veniais, nos eclesiásticos são mortais.



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