São Peregrino nasceu na agitada cidade de Forli, na Itália, isto em 1282.
A fama do santo do dia, antes de sua conversão era chamado de furacão, pois idealista chamava a atenção de muitos.A cidade de Forli recebeu da Mãe Igreja uma correção que supôs a presença de um missionário chamado Filipe de Benício, o qual era superior geral dos Servitas. Numa de suas pregações, teve que se retirar antes do momento, pois o revolucionário Peregrino não parava de gritar: “Fora o missionário do Papa!”
Com a humilde saída do missionário, Peregrino caiu em contrição e procurou-o para pedir perdão; deste momento em diante iniciou uma conversão radical.
Peregrino, de furacão descontrolado, passou com a graça de Deus, a um furacão espiritual que chegou a entrar na Ordem dos Servitas e se destacar pela fidelidade na vivência da regra e do Evangelho de Cristo, desta forma, cresceu na santidade que o levou para o céu com 80 anos.
Vocação de Peregrino
Alicerçando neste firme e santo propósito, certo dia, entrou na igreja de Santa Maria da Cruz
Permaneceu longamente em oração diante da imagem da Virgem Maria, suplicando-lhe que se dignasse mostrar-lhe o caminho da salvação.
De repente, apareceu-lhe visivelmente a santa Virgem, ornada de vestes ricas e festivas, que assim lhe falou:
“Meu filho, eu também desejo guiar os teus passos nos caminhos da salvação”.
Enquanto meditava em seu coração por qual motivo a Virgem Maria, tão ricamente vestida, lhe teria falado tão prontamente, Peregrino, simples como uma pomba, temeu estar sendo induzido ao erro pelo enganador e inimigo do gênero humano.
Vendo-o titubeante e assustado, a Virgem voltou a falar-lhe com mais ternura ainda:
“Não tenhas medo, filho.
Eu sou a mãe daquele que tu adoras na cruz, e por ele fui enviada para mostrar-te o caminho da felicidade eterna”.
essas palavras, Peregrino respondeu:
“Eis-me aqui.
Estou pronto para obedecer às tuas ordens.
Acima de qualquer coisa, sempre desejei executar fielmente o que ordenares.
Ordena, pois, ó Rainha.
De minha parte, cumprirei de boa vontade a tua vontade”.
A gloriosa Senhora então lhe perguntou: “Conheces os religiosos chamados Servos de Maria?”
Peregrino respondeu: “Lembro-me de ter ouvido muitas pessoas falar deles, com elogios à sua Ordem e à sua santa vida; mas não sei onde moram”.
Ele assim falava porque não havia então em Forli nenhum convento dos Servos da Virgem Maria.
Disse-lhe então a Virgem:
“Tu te chamas Peregrino.
Pois bem, serás peregrino de nome e de fato.
É preciso que vás à cidade de Sena.
Aí, chegando encontrarás estes santos homens em oração.
Insiste com eles para que te recebam em seu convívio”.
Peregrino ingressa na Ordem dos Servos de Maria
SÃO PEREGRINO - PADROEIRO CONTRA O CÂNCER E DOS DOENTES DE CÂNCER
A fama do santo do dia, antes de sua conversão era chamado de furacão, pois idealista chamava a atenção de muitos.
A cidade de Forli recebeu da Mãe Igreja uma correção que supôs a presença de um missionário chamado Filipe de Benício, o qual era superior geral dos Servitas. Numa de suas pregações, teve que se retirar antes do momento, pois o revolucionário Peregrino não parava de gritar: “Fora o missionário do Papa!”
Com a humilde saída do missionário, Peregrino caiu em contrição e procurou-o para pedir perdão; deste momento em diante iniciou uma conversão radical.
Peregrino, de furacão descontrolado, passou com a graça de Deus, a um furacão espiritual que chegou a entrar na Ordem dos Servitas e se destacar pela fidelidade na vivência da regra e do Evangelho de Cristo, desta forma, cresceu na santidade que o levou para o céu com 80 anos.
Vocação de Peregrino
Alicerçando neste firme e santo propósito, certo dia, entrou na igreja de Santa Maria da Cruz.
Permaneceu longamente em oração diante da imagem da Virgem Maria, suplicando-lhe que se dignasse mostrar-lhe o caminho da salvação.
De repente, apareceu-lhe visivelmente a santa Virgem, ornada de vestes ricas e festivas, que assim lhe falou:
Enquanto meditava em seu coração por qual motivo a Virgem Maria, tão ricamente vestida, lhe teria falado tão prontamente, Peregrino, simples como uma pomba, temeu estar sendo induzido ao erro pelo enganador e inimigo do gênero humano.
Vendo-o titubeante e assustado, a Virgem voltou a falar-lhe com mais ternura ainda:
“Não tenhas medo, filho.
Eu sou a mãe daquele que tu adoras na cruz, e por ele fui enviada para mostrar-te o caminho da felicidade eterna”.A essas palavras, Peregrino respondeu:
“Eis-me aqui.
Estou pronto para obedecer às tuas ordens.
Acima de qualquer coisa, sempre desejei executar fielmente o que ordenares.
Ordena, pois, ó Rainha.
De minha parte, cumprirei de boa vontade a tua vontade”.
A gloriosa Senhora então lhe perguntou: “Conheces os religiosos chamados Servos de Maria?”
Peregrino respondeu: “Lembro-me de ter ouvido muitas pessoas falar deles, com elogios à sua Ordem e à sua santa vida; mas não sei onde moram”.
Ele assim falava porque não havia então em Forli nenhum convento dos Servos da Virgem Maria.
Disse-lhe então a Virgem:
“Tu te chamas Peregrino.
Pois bem, serás peregrino de nome e de fato.
É preciso que vás à cidade de Sena.
Aí, chegando encontrarás estes santos homens em oração.
Insiste com eles para que te recebam em seu convívio”.
Peregrino ingressa na Ordem dos Servos de Maria
Foi ao convento e bateu à porta.O frade porteiro, de venerando idade, abriu e perguntou: “A quem procuras?”E logo acrescentou que nessa hora os frades estavam guardando o silêncio prescrito.
Enquanto o porteiro assim falava, Peregrino, vencido pelo cansaço, atirou-se aos pés do bom velhinho, suplicando que não lhe fechasse a porta, principalmente porque tinha alguns segredos para contar ao prior.
Ao ouvir isso, o porteiro o fez entrar e, terminado o tempo de silêncio, conduziu-o à presença do prior.
Este, depois de examiná-lo de alto a baixo, perguntou-lhe finalmente de que cidade era.
E Peregrino respondeu: “Sou de Forli”.
Depois, tendo-se inteirado do que se tratava e conhecido o propósito de Peregrino, o prior e seus confrades, que a esta altura se encontravam reunidos, convenceram-se facilmente que ele lhes fora enviado pela Virgem Maria.
Consideraram o fato como um milagre da Virgem, que costuma iluminar os seus devotos e, com grande solicitude, os tona participantes da sua bem-aventurança.
Por isso, estando todos de acordo, acolheram-no de bom grado e o vestiram com o santo hábito que recorda a viuvez da Virgem Maria.
Terminado o rito, uma auréola luminosa envolveu-lhe a cabeça, como prova de que ele haveria de guardar íntegras a castidade, a obediência e a pobreza, mantendo-se fiel até o fim ao compromisso que havia professado.
Aos trinta anos de idade, era para todos o exemplo de vida santa.
Exemplo de Penitência
Depois, por ordem do superior, voltou para Forli, sua cidade natal, para pôr fielmente em prática a lei do Senhor.
Domava de maneira extraordinária o corpo com vigílias, jejuns e cilícios.Parece incrível, mas por trinta anos nunca foi visto sentar-se.
Comia sempre de pé e rezava ajoelhado.
Vencido às vezes pelo cansaço ou pelo sono, apoiava por algum tempo a cabeça numa pedra ou, se estivesse no coro, no banco.
Durante a noite, não se deitava: passava o tempo rezando hinos e salmos.
Meditava sem cessar a lei de Deus.
Empenhava-se com todas as forças para imitar os exemplos de Cristo.
Todos os dias fazia o exame de consciência de suas ações, chorava as ofensas e os erros que acreditava ter cometido e contava-os ao confessor com lágrimas nos olhos.
Movido pelo desejo ardente de observar integralmente a lei divina, o santo homem de muitas coisas se recriminava.
Vítima de uma chaga incurável
Deus, grande e misericordioso, que costuma pôr à prova os seus filhos para robustecer, pela provação, os que ardem de desejo pelo amor sobrenatural, mandou a Peregrino uma doença muito grave.
Um inchaço numa perna provocou-lhe a erupção de uma chaga infecciosa.
Todos que o visitavam por dever não conseguiam conter as lágrimas.
À chaga e ao inchaço da perna juntou-se a terrível doença conhecida pelo nome de câncer, que exalava um mau-cheiro insuportável para os que o assistiam e para ele próprio.Por isso, passou a viver isolado dos confrades.
Era visto pelo povo com um novo Jó, tão graves eram as suas dores e sua debilidade física.No entanto, apesar de encontrar-se nessa situação, não se queixava da sorte, mas suportava a enfermidade e o sofrimento com ânimo forte, confiante na palavra do Apóstolo que diz: “Quando sou fraco, então é que sou forte”




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