Santa Joana D'Arc, S. Batista Varani e S. Fernando III
FUNDADOR DA ORDEM DOS
OBLATOS DE SÃO JOSÉ (JOSEFINOS) - OSJ
José Marello nasceu em Turim, Itália, no dia 26 de dezembro de 1844. Passou sua
infância em S. Martino Alfieri perto de Asti. Sua devoção especial à Virgem
Maria determinou-lhe sua escolha vocacional e sua fidelidade. Entrou no
seminário de Asti, onde inspirou seus companheiros pela sua bondade e
santidade. Atraído pelo exemplo de
São José, de quem era fiel devoto, procurou sempre imitar o exemplo e as
virtudes, fato que marcou seu ministério sacerdotal. Seu empenho estava voltado
principalmente em favor dos pobres e dos
jovens e idosos. Dedicou-se ainda com muita dedicação à prédica da catequese e
prática do ministério da confissão.
Ao tempo em que contemplava a idéia de dedicar sua vida
integralmente ao Senhor, tinha em
mente, a intenção de ingressar em um mosteiro cartusiano. Porém, seu bispo, Monsenhor Sávio,
persuadiu-o, dizendo que o Senhor pedia algo diferente para ele. Quis canalizar as aspirações de Marello, ou seja, a de
dedicação total ao Senhor, no começo de uma família religiosa nova, que revivesse em Asti a presença de homens religiosos, uma presença
que sufocasse as leis revolucionárias da
época.
Inspirado pelo Espírito Santo, fundou, no dia 14 de março de 1878, a Congregação dos Oblatos de São José,
cuja missão direcionou à educação cristã da juventude paroquial, junto às escolas e nas missões, procurando
sempre um apostolado voltado para a figura de São José, o educador de Jesus,
desde menino até sua juventude.
No dia 17 de fevereiro de 1889, foi consagrado, pelo papa
Leão XIII, como bispo de Acqui. Como
bispo, São José Marello aproximou todos
empenhou-se resolutamente a manter a
unidade entre os clérigos e os fiéis.
Faleceu no dia 30 de maio de 1895, em Savona, aos 50 anos de idade. Foi beatificado no dia 23 de
setembro de 1993 e canonizado em 25 de novembro de 2001 pelo Papa João Paulo
II. Sua festa comemora-se no dia de sua
morte.
Os Oblatos de São
José estão presentes em diversos
países do mundo, como Itália,
Brasil, Peru, Bolívia, Filipinas,
Estados Unidos, México, Índia, Nigéria, Eslováquia e Chile, onde continuam, de maneira operosa, os preceitos firmados por seu fundador, ou seja, espelhados na vida
de São José, como desejava.
* * * * * * * * *
Santa Joana
d'Arc
Filha de Jaques d'Arc e Isabel, camponeses muito pobres, Joana
nasceu em Domrémy, na região francesa de Lorena, em 6 de janeiro de 1412.
Cresceu no meio rural, piedosa, devota e analfabeta, assinava seu nome
utilizando uma simples, mas significativa, cruz. Significativa porque já aos
treze anos começou a viver experiências místicas.
Ouvia as "vozes" do arcanjo Miguel, das santas Catarina de Alexandria e Margarida de Antioquia, avisando que ela teria uma importante missão pela frente e deveria preparar-se para ela. Os pais, no início, não deram importância , depois acharam que estava louca e por fim acreditaram, mas temeram por Joana.
A França vivia a Guerra dos Cem Anos com a Inglaterra, governada por Henrique VI. Os franceses estavam enfraquecidos com o rei deposto e os ingleses tentando firmar seus exércitos para tomar de vez o trono. As mensagens que Joana recebia exigiam que ela expulsasse os invasores, reconquistasse a cidade de Orleans e reconduzisse ao trono o rei Carlos VII, para ser coroado na catedral de Reims, novamente como legítimo rei da França. A ordem para ela não parecia impossível, bastava cumpri-la, pois tinha certeza de que Deus estava a seu lado. O problema maior era conseguir falar pessoalmente com o rei deposto.
Conseguiu aos dezoito anos de idade. Carlos VII só concordou em seguir seus conselhos quando percebeu que ela realmente tinha por trás de si o sinal de Deus. Isso porque Joana falou com o rei sobre assuntos que na verdade eram segredos militares e de Estado, que ninguém conhecia, a não ser ele. Deu-lhe, então, a chefia de seus exércitos. Joana vestiu armadura de aço, empunhou como única arma uma bandeira com a cruz e os nomes de Jesus e Maria nela bordados, chamando os comandantes à luta pela pátria e por Deus.
E o que aconteceu na batalha que teve aquela figura feminina, jovem e mística, que nada entendia de táticas ou estratégias militares, à frente dos soldados, foi inenarrável. Os franceses sitiados reagiram e venceram os invasores ingleses, livrando o país da submissão.
Carlos VII foi, então, coroado na catedral de Reims, como era tradição na realeza francesa.
A luta pela reconquista demorara cerca de um ano e ela desejava voltar para sua vida simples no campo. Mas o rei exigiu que ela continuasse comandando os exércitos na reconquista de Paris. Ela obedeceu, mas foi ferida e também traída, sendo vendida para os ingleses, que decidiram julgá-la por heresia. Num processo religioso grotesco, completamente ilegal, foi condenada à fogueira como "feiticeira, blasfema e herética". Tinha dezenove anos e morreu murmurando os nomes de Jesus e Maria, em 30 de maio de 1431, diante da comoção popular na praça do Mercado Vermelho, em Rouen.
Não fossem os fatos devidamente conhecidos e comprovados, seria difícil crer na existência dessa jovem mártir, que sacrificou sua vida pela libertação de sua pátria e de seu povo. Vinte anos depois, o processo foi revisto pelo papa Calisto III, que constatou a injustiça e a reabilitou. Joana d'Arc foi canonizada em 1920 pelo papa Bento XV, sendo proclamada padroeira da França. O dia de hoje é comemorado na França como data nacional, em memória de santa Joana d'Arc, mártir da pátria e da fé.
Ouvia as "vozes" do arcanjo Miguel, das santas Catarina de Alexandria e Margarida de Antioquia, avisando que ela teria uma importante missão pela frente e deveria preparar-se para ela. Os pais, no início, não deram importância , depois acharam que estava louca e por fim acreditaram, mas temeram por Joana.
A França vivia a Guerra dos Cem Anos com a Inglaterra, governada por Henrique VI. Os franceses estavam enfraquecidos com o rei deposto e os ingleses tentando firmar seus exércitos para tomar de vez o trono. As mensagens que Joana recebia exigiam que ela expulsasse os invasores, reconquistasse a cidade de Orleans e reconduzisse ao trono o rei Carlos VII, para ser coroado na catedral de Reims, novamente como legítimo rei da França. A ordem para ela não parecia impossível, bastava cumpri-la, pois tinha certeza de que Deus estava a seu lado. O problema maior era conseguir falar pessoalmente com o rei deposto.
Conseguiu aos dezoito anos de idade. Carlos VII só concordou em seguir seus conselhos quando percebeu que ela realmente tinha por trás de si o sinal de Deus. Isso porque Joana falou com o rei sobre assuntos que na verdade eram segredos militares e de Estado, que ninguém conhecia, a não ser ele. Deu-lhe, então, a chefia de seus exércitos. Joana vestiu armadura de aço, empunhou como única arma uma bandeira com a cruz e os nomes de Jesus e Maria nela bordados, chamando os comandantes à luta pela pátria e por Deus.
E o que aconteceu na batalha que teve aquela figura feminina, jovem e mística, que nada entendia de táticas ou estratégias militares, à frente dos soldados, foi inenarrável. Os franceses sitiados reagiram e venceram os invasores ingleses, livrando o país da submissão.
Carlos VII foi, então, coroado na catedral de Reims, como era tradição na realeza francesa.
A luta pela reconquista demorara cerca de um ano e ela desejava voltar para sua vida simples no campo. Mas o rei exigiu que ela continuasse comandando os exércitos na reconquista de Paris. Ela obedeceu, mas foi ferida e também traída, sendo vendida para os ingleses, que decidiram julgá-la por heresia. Num processo religioso grotesco, completamente ilegal, foi condenada à fogueira como "feiticeira, blasfema e herética". Tinha dezenove anos e morreu murmurando os nomes de Jesus e Maria, em 30 de maio de 1431, diante da comoção popular na praça do Mercado Vermelho, em Rouen.
Não fossem os fatos devidamente conhecidos e comprovados, seria difícil crer na existência dessa jovem mártir, que sacrificou sua vida pela libertação de sua pátria e de seu povo. Vinte anos depois, o processo foi revisto pelo papa Calisto III, que constatou a injustiça e a reabilitou. Joana d'Arc foi canonizada em 1920 pelo papa Bento XV, sendo proclamada padroeira da França. O dia de hoje é comemorado na França como data nacional, em memória de santa Joana d'Arc, mártir da pátria e da fé.



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